O Primeiro simpósio do Bussade Health, que acontece nos dias 21 e 22 de agosto, reúne profissionais que vão trazer o que tem de maior nível de evidência e inovação em dermatologia
“É uma mudança de paradigmas, em que deixamos de tratar apenas rugas e manchas e passamos a entender mais sobre longevidade celular.”
Nas palavras da dermatologista Dra. Maria Bussade, olhar para a pele deixou de ser macro e passou a ser micro — e, embora pareça o contrário, não é. Isso porque deixar de analisar o maior órgão do corpo apenas pela superfície representa um passo importante na evolução da dermatologia.
Segundo Bussade, “o meio sempre evoluiu através da troca entre médicos”. Em meio ao avanço acelerado das novas tecnologias — e à expansão dos procedimentos e associações que incorporam a inteligência artificial aos consultórios — torna-se cada vez mais necessária a preservação do raciocínio clínico, do pensamento crítico e do compromisso com uma medicina bem fundamentada. É nesse contexto que surge o Bussade.health Symposium, como resultado de mais de duas décadas de excelência clínica.
Ao longo dos dias 21 e 22 de agosto, no W Hotel, em São Paulo, o encontro foi pensado para reunir dermatologistas que desejam ir além da atualização técnica e refletir sobre o futuro da prática, sobre as decisões tomadas diariamente e sobre o papel que desejam ocupar dentro dessa nova dermatologia que está se desenhando.
A programação parte da dermatologia como eixo integrador com outras áreas da medicina e propõe discussões sobre o que existe para além dos protocolos, passando pela nova biologia da pele, medicina multimodal, menopausa e perimenopausa, oncologia, injetáveis, tecnologia, gestão e cuidado de excelência.
Dividido em dois dias e estruturado em quatro atos, o simpósio propõe uma jornada de reflexão clínica, atualização e visão de futuro.
No primeiro dia, a programação se inicia com “O Despertar”, dedicado a revisitar a evolução da dermatologia e questionar o quanto os modelos anteriores ainda respondem às demandas contemporâneas da prática médica. Em seguida, “A Reconstrução” propõe reorganizar raciocínio clínico, conduta e tomada de decisão com mais clareza e profundidade.
Entre os destaques do primeiro dia estão a palestra de abertura “A Dermatologia evoluiu. Você evoluiu junto? De onde viemos, onde estamos e para onde vamos?”, seguida por “Consultório real: para além dos protocolos”, “Ciência aplicada: a nova biologia da pele”, “Medicina multimodal: juntos vamos mais longe”, “Pérolas clínicas: pacientes na menopausa e perimenopausa”, com moderação da Dra. Viviane Mendonça, e, encerrando o dia, “Oncologia: dermatologista como guardião do tempo”.
Já o segundo dia é guiado pelos atos “A Diferenciação” e “O Legado”. No primeiro, o debate gira em torno do momento em que a técnica se torna acessível e o critério passa a ser o verdadeiro diferencial da prática. No segundo, o foco se volta à construção de uma trajetória consistente, em que as decisões clínicas tomadas hoje moldam a longevidade e a excelência do trabalho ao longo do tempo.
A programação inclui encontros como “Injetáveis: como se destacar quando todo mundo faz o mesmo?”, “Pérolas clínicas: o raciocínio por trás dos cases de sucesso”, “Tecnologia e gestão: estou navegando ou à deriva?”, além de rodas de discussão ao longo do dia. No período da tarde, “O que resiste ao tempo: o verdadeiro alto padrão” abre os trabalhos, seguido por um debate sobre cuidado personalizado e cases de sucesso. Após o coffee break, “O futuro: o que vou mudar na segunda-feira?” encerra o simpósio propondo um olhar prático e, ao mesmo tempo, estratégico sobre os próximos caminhos da especialidade.
“A dermatologia continuará evoluindo”, diz Dra. Maria Bussade. “A questão é quem estará presente nas discussões que irão definir os seus próximos caminhos.”
O futuro da dermatologia já começou. De que lado você vai estar? Quero Fazer Parte do Legado