Light Lift

Flacidez facial: como o Light Lift melhora a sustentação da pele

Flacidez sob controle: descubra como estimular a produção natural de colágeno e melhorar a sustentação facial com um novo tipo de fio APTOS

 

 

 

A ideia de tratar a região de bulldog – como é apelidado o acúmulo de pele e gordura abaixo das bochechas e ao longo da mandíbula – ou a papada, ambos sinais comuns do envelhecimento causados pela perda de colágeno, elastina, gordura, pela queda das estruturas faciais e pela reabsorção óssea, torna-se mais simples e eficiente com a nova geração de fios de sustentação. Mesmo que a lógica do protocolo permaneça a mesma – aderir as farpas aos tecidos, reposicionando-os para um lifting imediato enquanto estimulam a produção de colágeno ao longo do tempo – observar as atualizações do método, agora com composições mais eficazes e maior durabilidade, é essencial para entender a evolução dessa tecnologia. Neste caso, a boa novidade se chama Light Lift.

 

 

A proposta do Light Lift

Do inglês “leve elevação”, a leveza não está na força do efeito, mas na naturalidade do resultado. Trata-se de fios APTOS compostos por caprolactona e ácido polilático – substâncias absorvíveis e ideais para promover um efeito lifting em um procedimento minimamente invasivo. Ambas são bioestimuladoras de colágeno e, na versão Light Lift, aparecem em concentrações maiores do que na versão convencional, garantindo maior eficácia e uma duração média de até dois anos (superior à dos fios de PDO).

 

 

Ancoragem e áreas de tratamento

“O fio Light Lift pode ser ancorado no ligamento específico da face e apresenta um poder de sustentação muito maior, graças às suas garras, do que os fios que usávamos antigamente”, explica a Dra. Sheila Couto. O protocolo é indicado especialmente para regiões com maior tendência à perda de elasticidade e firmeza – como bochechas, mandíbula e pescoço – oferecendo ainda uma recuperação mais confortável em comparação a outras técnicas.